Inclusão
Hashioka destaca que respeito à pessoa com deficiência e às pessoas neurodivergentes deve ser prioridade em políticas públicas
No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o candidato defende mais empregabilidade, acessibilidade e agilidade na emissão de laudos para famílias de crianças e jovens neurodivergentes.
Por novos horizontes no Brasil para as pessoas com deficiência, assim como para as pessoas neurodivergentes, o deputado estadual Roberto Hashioka deseja uma vaga na Câmara dos Deputados. Mandato em que terá, inclusive, maiores condições de ajudar a causa da acessibilidade e também da inclusão e empregabilidade desses grupos.
“É muito pequena a participação formal das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Um percentual que precisamos ampliar, para que não fique apenas nestes atuais 1,29%, que representam menos de um milhão das vagas ativas. É uma questão de melhorarmos as políticas públicas que atuam neste sentido”, destaca Hashioka, neste 21 de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.
Ex-prefeito, com considerável contribuição para avanços na área da saúde em Nova Andradina, nas três administrações que teve, o candidato alerta ainda para outro ponto relevante. Segundo Hashioka, é necessário que se dê um apoio mais amplo para as famílias carentes que buscam o trâmite de relatórios técnicos sobre crianças ou jovens neurodivergentes.
“A população geral estimada alcança pelo menos 40 milhões de brasileiros, quantidade que pode estar subnotificada. Para muitos pais ou mães, chega a ser um drama financeiro o processo de validação do diagnóstico, que é essencial para a definição da medicação e o encaminhamento de inclusão. O poder público precisa tornar mais rápida e acessível a emissão destes laudos, uma bandeira que vou defender sempre”, menciona.
A preocupação de Hashioka corresponde ao impacto na economia doméstica familiar que, diante da confirmação de dificuldades de aprendizagem de uma criança, varia entre R$ 1.500 e R$ 4 mil na atividade médica de investigação.
Na visão do candidato a deputado federal do Republicanos, que concorre pelo número 1000, um dos caminhos seria a implementação de uma tabela social direcionada à avaliação neuropsicopedagógica de pacientes em que um dos pais esteja ativo no CadÚnico, o registro do Governo Federal que identifica as famílias de baixa renda.