Política decente e eficaz
Hashioka completa 45 anos de vida pública com trabalho eficiente e sem processos de corrupção
Por determinação da Justiça Eleitoral, só na última década, a Lei da Ficha Limpa impediu mais de cinco mil candidaturas de políticos.
Larga experiência e uma conduta que afiança credibilidade garantem o sonho de Roberto Hashioka se tornar deputado federal por Mato Grosso do Sul. Ocupante de cargos de liderança, em 45 anos de vida pública, o candidato n° 1000 destas eleições é um caso raro de longevidade na política, principalmente pela ausência total de processos de corrupção em sua carreira. Enquanto isso, só a primeira década da Lei da Ficha Limpa barrou mais de cinco mil candidaturas.
Eleito já no primeiro teste deste funil
Dois anos depois da Lei ser promulgada, o pleito de 2012 foi o primeiro com a exigência da "Ficha Limpa" a candidatos, justamente uma eleição em que Hashioka foi reconduzido ao cargo de prefeito de Nova Andradina. E, assim como nos outros dois mandatos na função, atendeu com excelência a cidade, recebeu prêmios de gestão e ampliou indicadores sociais e econômicos de desenvolvimento local.
Avanço para a democracia
Aprovada há 16 anos, a Lei Federal Complementar n° 135/2010 surgiu do apelo popular demonstrado na mobilização de vários setores, ligados ao MCCE, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Para que a legislação fosse criada, antes foi encaminhado ao Congresso Nacional um abaixo-assinado com mais de um milhão e seiscentas mil assinaturas — gesto político da sociedade que simbolizava o anseio por um mecanismo que moralizasse mais as eleições no Brasil.
Não é uma qualidade especial ser honesto, acredito que seja uma obrigação na vida, em tudo que a gente se propõe a fazer. Trabalhar com respeito ao dinheiro público e buscando a máxima eficiência em cada atividade sempre foi um compromisso pra mim. Tenho a mesma postura de quando assumi a Regional do Dersul (Antigo Departamento de Estradas e Rodagem de Mato Grosso do Sul), lá no início dos anos 80.